Educação Pré-escolar

Agrupamento de Escolas Alfredo da Silva

terça-feira, 19 de maio de 2015

J.I Padre Agostinho da Motta - Eduardo Sá e o ensino pré-escolar


Para Debate/Reflexão:
“Devia ser proibido ensinar a ler e a escrever no jardim de infância”. A ideia foi defendida por Eduardo Sá no encontro “Vale a Pena ir à Pré”, uma iniciativa conjunta da  Carlucci American International School of Lisbon (CAISL) e da revista Pais&filhos destinada a debater e esclarecer  o valor do ensino pré-escolar na educação de uma criança.
Eduardo Sá, que começou por manifestar o seu desacordo pela “distinção que é feita entre educação infantil e ensino obrigatório”, considerou depois que ainda existem alguns “erros” nos moldes em que, por vezes, o ensino pré-escolar é praticado.
“O jardim de infância não é para aprender a ler nem a escrever”, criticou, lembrando que “as crianças antes de aprender a ler, aprendem a interpretar “ e que “não é por tornarmos uma criança um macaquinho de imitação que ela vai ser mais inteligente”. Eduardo Sá, psicólogo clínico com grande parte da sua carreira dedicada à psicologia infantil, defendeu que o jardim de infância deve antes ser um local onde a criança exerça atividade física pois, justificou, “as crianças aprendem a pensar com o corpo” e se souberem mexer o corpo “mais expressivas serão em termos verbais”.
Além disso, prosseguiu, o jardim de infância deve ser um local para a criança receber educação musical (“a música torna-os mais fluentes na língua materna”) e educação visual (“quanto mais educação visual tiverem, menos dificuldades têm de ortografia”). Por outro lado, disse ainda, as crianças precisam de “contar e ouvir histórias” no jardim de infância, sublinhando que “as histórias ajudam a pensar” e a “linguagem simbólica a arrumar os pensamentos”.
Mas, mais que tudo isso, o jardim de infância deve ser um espaço para a criança brincar. A brincadeira é um “património da humanidade” que a ajuda  “a pensar em tempo real e a resolver dificuldades”, salientou o psicólogo, sublinhando que “brincar não pode ser uma atividade de fim de semana” nem os espaços para brincar podem estar confinados a pátios fechados. “É obrigatório que as crianças brinquem na rua”, defendeu.
Em suma, concluiu, “o jardim de infância faz bem à saúde” e é urgente que seja “acarinhado”. Sob pena de virmos a pagar no futuro “custos exorbitantes” por tal esquecimento.
Após a comunicação inaugural de Eduardo Sá, o encontro “Vale a Pena ir à Pré” prosseguiu com debates e workshops, nos quais estiveram em destaque, entre outros, temas como a  promoção da auto-estima e da confiança, os sinais de alerta no desenvolvimento infantil e a  importância da informática na primeira infância.



Fonte: http://www.paisefilhos.pt/

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segunda-feira, 18 de maio de 2015

Dia da Espiga na EB Fernando Formigal de Morais

Manda a tradição que na 5ª feira da Ascensão se dêem passeios pelo campo e se colham ramos de espigas.
Posteriormente, estes serão guardados em nossas casas para que nunca nos falte a alegria, a paz e o pão. 
Num ramo completo entram papoilas, malmequeres, espigas e galhos de oliveira. As flores significam a alegria, as espigas o pão e os galhos de oliveira a paz.
Para sabermos em que 5ª feira calha o "Dia da Espiga", fixemos: "da Páscoa à Ascensão quarenta dias vão".

O nosso passeio.










Os nossos raminhos para levarmos para casa.



Alguns dos nossos desenhos








domingo, 17 de maio de 2015

DIA DA FAMÍLIA - 15 de maio

No dia 15 de maio, comemorámos o dia da família. Foram muitos os pais, avós e tios que compareceram para realizar todas as atividades que foram propostas! Obrigada pela vossa presença, ficámos muito felizes. Só com esta parceria entre a escola e a família poderemos construir uma escola com bases sólidas e são as lembranças destes dias que nos irão acompanhar pela vida fora e fazer com que o futuro seja Feliz!
Neste dia fizémos várias atividades: Plantámos e regámos a horta; realizámos o quadro da família com vários materiais; dançámos e fizémos um peddy paper. Para finalizar deixámos no quadro o nosso sentimento e convivemos com um lanche partilhado.